Livro muito bom para papais, mamães e claro avos de plantão:
Sinopse:
Os animais não conhecem os avós e, do ponto de vista biológico, uma sobrevivência que ultrapasse a idade de procriação não oferece vantagens à espécie. Para os seres humanos, a situação é diferente, pois com a criação da cultura passa a ter importância que os adultos vivam tempo suficiente para passar informações de uma geração a outra. No entanto, quando a expectativa de vida girava em torno dos 40 anos, eram poucos os que chegavam a ter netos. No século XIX, apenas 3% dos indivíduos ultrapassavam os 60 anos. Com o avanço da ciência, o cenário se alterou e pesquisas conduzidas em países com culturas e economias diferentes apontam que vivenciamos o “século dos avós”.
Pesquisas indicam as mudanças sociais protagonistas do “século dos avós”. Entre os americanos, mais da metade se tornou avô ou avó entre os 49 e 53 anos, passando de 30 a 40 anos nessa função; na França, cerca de 80% das pessoas com mais de 65 anos têm netos e quase metade desse total chegará a ser bisavô ou bisavó. Na Inglaterra, existem hoje 16,5 milhões de avós. Metade da população do país tem netos por volta dos 54 anos e é responsável por cuidar deles. Os avós ingleses passam em média seis horas e meia como substitutos dos pais. (...) “Esses dados revelam que, no enredo da espécie humana, os personagens avô e avó só aparecem recentemente, de modo que a evolução não teve sequer oportunidade de moldar um patrimônio genético que oferecesse subsídios biológicos a essas funções.”
Diante da inexistência de modelos, os autores se propõem a discutir a inúmeras questões, partindo da principal pergunta: onde a gente aprende a ser avó? Lidia Aratangy e Leonardo Postenark, na apresentação da obra, afirmam: “Gostaríamos que este livro funcionasse como um avô, que discute questões e propõe respostas; levanta problemas e indica soluções. Ao apresentar diferentes modelos e expectativas da função de avós, alguns dos quais até opostos aos estereótipos idealizados, oferecemos estratégias que propõem reduzir confrontos inúteis e diminuir a dor de confrontos inevitáveis. Tomara que este livro funcione não como um manual de ajuda, mas como um exercício de intimidade e exemplo de diálogo franco e aberto.”
Autor: Lidia Rosenberg Aratangy e Leonardo Posternak
Editora: Primavera Editorial
terça-feira, 15 de março de 2011
100 coisas que eu não vou fazer agora que tenho 50 anos

Livro bem interessante principalmente pelo bom humor e charme da autora, falta um livro no mesmo estilo direcionado ao publico masculino.
Sinopse:
A vida após 50 é para ser vivida. Para Wendy Reid Crisp, é também tempo de se sentir bem. Esta lista de "100 coisas que eu não vou fazer" apresenta lições sábias – duramente aprendidas – sobre o valor da liberdade e da alegria de viver. Depois dos 50, já não é hora de ficar ouvindo bobagens, enfrentar um acampamento, perder o contato com ex-amantes, usar tons pastel, aceitar o rótulo de "terceira idade" e outras 95 resoluções que vão inspirar todas aquelas acima dos 50 (e algumas abaixo também).
Wendy Reid Crisp é uma premiada colunista e escritora de livros de comportamento como Quando crescer, quero ter 60 anos e Faça o que eu digo, não o que eu fiz. Publicou editoriais voltados a questões sociais no New York Times, Chicago Tribune, Wall Street Journal. Em 1997, por sua dedicação ao trabalho com mulheres e crianças, recebeu o título de doutora honoris causa do Middlebury College, em Vermont. É editora-chefe da Grand, revista voltada para avós e netos.
Autor: Wendy Reid Crisp
Editora: L&PM
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