segunda-feira, 30 de maio de 2011

Envelhecer bem - Revista Isto É - 30 de maio de 2011


Envelhecer bem

Como vivem as pessoas que ultrapassaram a barreira dos 60 anos de forma produtiva e com qualidade de vida, ... 

Vejam no link 
Revista Isto É - 30 de Maio 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A maioria do que nos achamos que sabemos sobre a meia-idade esta errado.

As forças secretas do cérebro na maturidade.

 Por Barbara Strauch – Editora da de saúde e ciências medicas do The New York Times



A maioria do que nos achamos que sabemos sobre a meia-idade esta errado

O mito cultural da crise da meia-idade ainda não esta totalmente conhecido. Pressuposto de longa data que nossos cérebros estão em um estado gradual de declínio desde o pico na juventude tem sido provado falso. Receio que lapsos de memória, esquecimento de nomes e devaneios são o começo de uma seria demência são infundados. Na verdade, o que temos aprendido ao estudar e que o que chamamos de “meia-idade” e que as mudanças que acontecem à medida que envelhecemos nos dá os melhores cérebros de nossas vidas, eles se fortalecem em várias áreas cognitivas.

Somos mais felizes
Juventude é a chave para a felicidade, certo? Errado.
Neurocientistas e psicólogos estão descobrindo que nos somos realmente felizes na meia-idade. Mesmo com o estresse da vida, nós nos tornamos mais otimistas. É essa mudança vem como nossos cérebros desenvolvidos. Na meia-idade, as células do nosso cérebro começam a reagir mais para o positivo do que o negativo.

Vemos as soluções
Na meia-idade temos experiência de vida, bom senso e talvez um pouco de sensatez. A ciência tem um nome para isto: Gist.  Gist é aquela intuição, que da o sentimento de estar certo. Este é o jeito do cérebro, com toda sua experiência, aprendeu a reconhecer padrões, enxergar as conexões e chegar rapidamente a um solução, conscientemente ou mesmo a um nível inconsciente.

Começamos a usar nossos cérebros diferentemente e melhor
Cérebros jovens tem uma maior velocidade de processamento, mas o cérebro da meia-idade é adaptável e encontra maneiras de funcionar em alto nível. Usamos tanto o lado esquerdo e o direito dos nossos cérebros embora atividades sejam feita por apenas um lado, e usamos uma reserva cerebral da inteligência para ajudar a afastar as doenças que ocorrem na vida adulta.

Nós somos mais espertos do que nós pensamos 
Todo mundo se preocupa com aqueles lapsos de memória comum na meia-idade, onde estão as chaves? Qual é seu nome? Mas elas realmente não são sérias e elas não são indicação de demência. 


Se por um lado tendemos a esquecer as coisas, por outro melhoramos em áreas como  lógica, raciocínio dedutivo, habilidades verbais e ainda raciocínio espacial. A suposição de longa data que perdemos milhões de células do cérebro a medida que envelhecemos é falso. Nossos cérebros (desde que saudáveis) continuam a desenvolver, mudar e adaptar-se.
Crescimento da massa cerebral e de conectores permitem reconhecer padrões mais rápido, fazer melhores julgamentos, e ter não apenas uma única solução para os problemas, mas ser mais criativo em diversas áreas.

Podemos manter nossos cérebros em boa forma.
Exercício físico protege o cérebro e aquilo que comemos pode fazer diferença na saúde do cérebro. Pela primeira vez, cientistas estão chegando a um acordo sobre estes exercícios que nos ajuda a lembrar onde colocamos as chaves e que exatamente um copo de vinho tinto ou um punhado de blueberries ajudam as células cerebrais.

Demência não é inevitável.
Agora temos número suficiente de pessoas que vivem o tempo suficiente para provar que a demência não é inevitável. Há um número crescente de "gestores maravilhosos'' cujos cérebros continuam intactos em seus noventa e tantos anos. É pela primeira vez, a ciência é capaz de estudá-los.

Precisamos repensar a meia-idade 
Nossa cultura diz que as pessoas devem se aposentar e desacelerar na meia-idade. Na realidade, com um maior período de tempo na meia-idade e com nossos cérebros em pleno desenvolvimento, precisamos repensar nossos padrões de vida. É tempo para pessoas na meia-idade usar sua alta capacidade cerebral para descobrir como a sociedade deve mudar para adaptar-se a este ser humano em transformação e seu sofisticado cérebro.

O Melhor Cérebro Da Sua Vida

Melhor Cerebro Da Sua Vida, O

Segredos E Talentos Do Cerebro Na Maturidade

Conceito do Leitor:  Seja o primeiro a opinar
Autor: STRAUCH, BARBARA
Tradutor: RIBEIRO, VERA
Editora: ZAHAR
Assunto: PSICOLOGIA


SINOPSE

Com o aumento da expectativa de vida, as pesquisas se voltaram para um período até então ignorado da existência: a meia-idade. A jornalista Barbara Strauch resolveu investigar a fundo como fica o cérebro humano nesse estágio da vida. Sabemos que esse é o momento em que os nomes parecem fugir da memória, em que não se sabe mais onde ficou guardada a chave do carro e o que se comeu no café da manhã. Mas será que a meia-idade é sinônimo de declínio para todos os aspectos do cérebro humano? Do ponto de vista da neurociência, será que todos, de pouquinho em pouquinho, vamos perdendo o juízo?

A autora baseou-se nos mais recentes estudos e foi ao encontro de pesquisadores de ponta — de neurocientistas a sociólogos e psicólogos — para descobrir o quanto subestimamos o cérebro da meia- idade e revelar o que podemos fazer para mantê-lo em forma. O resultado é surpreendente e otimista. Ao contrário do que se pensava é justamente nesse período que esse órgão complexo e misterioso do corpo humano atinge o auge. Nosso cérebro nessa faixa etária é de uma competência e talento surpreendentes.

Com sua prosa leve e bem-humorada, a autora nos mostra também o que podemos fazer para manter nossos neurônios em forma. Quantas taças de vinho temos que tomar, afinal? Exercícios físicos fazem mesmo diferença? Será que é a cor escura da casca da fruta que ajuda nossas células a continuarem saudáveis? Devo então devorar uma caixa de ameixas? Leia e descubra

Exames demais fazem mal à saúde Revista Galileu maio/2011


novas ideias / medicina  REVISTA  gALILEU

Exames demais fazem mal à saúde

Diagnóstico precoce pode induzir a tratamentos desnecessários, que deixam as pessoas realmente doentes

Gilbert Welch
Nik Neves
A maioria das chamadas doenças modernas é definida numericamente. Se sua pressão arterial estiver acima de certo número, por exemplo, você é diagnosticado como hipertenso e é medicado. Se estiver abaixo, você não é. Simples assim. 


Existem diversas outras enfermidades em que você pode ser enquadrado como portador simplesmente se estiver fora dos números fixados — mesmo se não tiver nenhum sintoma aparente. Ao estabelecermos estes números, nós, médicos, tentamos fazer um diagnóstico precoce e, desta maneira, prevenir consequências graves, como um ataque cardíaco, no caso de hipertensão. 


Entretanto, o diagnóstico precoce é uma faca de dois gumes. Se ele tem o potencial de salvar vidas, também carrega um perigo grande: a excessiva detecção de anormalidades que nunca nos incomodaram e, talvez, nunca incomodariam. Muitas pessoas diagnosticadas com diabetes, hipertensão ou osteoporose jamais desenvolveriam os sintomas e nem morreriam destas doenças. Isso acontece principalmente quando os casos são leves. Mas podem correr riscos de, mesmo assim, ao serem medicadas, terem efeitos colaterais indesejáveis, o que acarretaria em novos exames, novos remédios e novas doenças. 
Nik Neves
Crédito: Nik Neves


As regras numéricas para definir doenças são importantes e determinam o que chamamos de ponto de corte: se você passa um número acima, é chamado de doente. Um número abaixo, é considerado saudável. Eu adoraria dizer que estes pontos de corte são resultados apenas de um processo científico. Mas eles são mais do que isso: envolvem também julgamentos de valores e até mesmo interesses financeiros. Com o passar dos anos, diversos pontos de corte foram alterados significativamente. Ainda que isso tenha ocorrido com as melhores intenções, o resultado é que aumentaram em demasia os diagnósticos e os tratamentos de pessoas que potencialmente nunca ficariam doentes. 


Pense na seguinte situação: você se sente bem, mas alguém lhe sugere exames para saber se seus ossos estão suficientemente fortes, uma vez que a osteoporose é uma doença grave. Os exames revelam que sua densidade óssea está um pouco abaixo da média para sua idade e você é aconselhado a tomar medicamentos para evitar o risco de fraturas. Três medicamentos, uma úlcera de esôfago como efeito colateral, e três especialistas depois, dizem que agora você pode ter câncer de tireoide. Trata-se de um caso clássico de eventos em cascata — neste exemplo, com um final feliz, pois o último médico em questão soube avaliar que praticamente todos os adultos têm alguma evidência de câncer de tireoide. E aqui, o paciente em questão nem tinha osteoporose — é o que se chama de “pré-osteoporose”. 


Seria fácil, então, mudar as regras para alterar os números e redefinir o que seria considerado normal. A discussão pararia por aí. Mas, infelizmente, não existe um método matemático ou uma equação que defina quem é normal e quem não é. Precisamos, sim, pensar no paradoxo que hoje se tornou a promoção da saúde: para serem saudáveis, as pessoas precisam procurar doenças? 


gilbert welch é médico e pesquisador na área de diagnóstico precoce de doenças na universidade dartmouth (eua). ele é autor de overdiagnosed, escrito com lisa schwartz e steven woloshin (2011) 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Café reduz risco de câncer de próstata

Washington - Para reduzir os riscos de desenvolver câncer de próstata, quanto mais café, melhor, de acordo com um estudo publicado nesta terça-feira por pesquisadores da Harvard School of Public Health.

Homens que bebem seis ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma redução de 60% no risco de desenvolver um tipo extremamente letal de câncer de próstata, e uma redução de 20% no risco de sofrer com qualquer tipo de câncer de próstata em relação a homens que não consomem a bebida.

Até aqueles que bebem apenas entre uma e três xícaras por dia já se beneficiam com uma queda de 30% do risco de ter o tipo mais letal do câncer de próstata.

"Poucos estudos analisaram especificamente a relação entre o consumo de café e o risco de câncer de próstata letal, a forma mais violenta da doença, que é praticamente impossível de prevenir", destacou Lorelei Mucci, professora de Harvard e principal autora do trabalho.

"Nosso estudo é o maior até hoje a examinar se o café é capaz de reduzir o risco de câncer de próstata letal", acrescentou.

Segundo os pesquisadores, os efeitos são os mesmos para o café descafeinado, o que leva a crer que o benefício está associado às propriedades antioxidantes e antiinflamatórias do café.

O câncer de próstata é a forma mais comum da doença diagnosticada anualmente entre os americanos, e as estimativas calculam que um em cada seis homens terá câncer de próstata ao longo da vida nos Estados Unidos.

Os principais fatores de risco associados à doença são as dietas ricas em gordura, consumo exacerbado de álcool e a exposição a produtos químicos, além da hereditariedade.

O estudo acompanhou 47.911 homens, que forneceram aos pesquisadores informações sobre seus hábitos de consumo de café entre 1996 e 2008.

Ao longo da pesquisa, 5.035 deles desenvolveram câncer de próstata, incluindo 642 casos letais.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Como usar o Facebook para educar

Educators have traditionally helped parents teach young people about appropriate behavior towards others. Now, with theexplosion of social media, educators can be part of a larger conversation with young people about digital citizenship and online behavior. We will discuss more about what digital citizenship means in Section 4. As educators you can instruct them in safe,ethical, and responsible Internet use.Today, Facebook plays a big role in the lives of millions of students. You may wonder, “Is this good or bad for educators?”Like you, we’ve heard news reports that raise questions about the misuse of digital technologies, including social networking sites.Understandably, you may be wary about how social media is affecting your students, or you may be concerned about how newtechnology is changing your classroom. You may wonder if there’s a way to channel the enthusiasm students have for sites likefor Facebook to achieve educational goals.On this front, we have good news: Facebook can enhance learning inside the classroom and beyond. The way this can be donemay not be obvious, and that’s why we’ve created this guide. In the pages that follow we explain seven ways to use Facebook effectively for teaching and learning.We know it’s difficult to be an educator today. Our hope is to lighten the burden of new technology by offering clear explanationsabout Facebook in education. We believe that the information in this guide can help you turn the challenges of social media intoopportunities that benefit you and your students.

7 Ways Educators Can Use Facebook 
1. Help develop and follow your school’s policy about Facebook.
2. Encourage students to follow Facebook’s guidelines.
3. Stay up to date about safety and privacy settings on Facebook.
4. Promote good citizenship in the digital world.
5. Use Facebook’s pages and groups features to communicate with students and parents.
6. Embrace the digital, social, mobile, and “always-on” learning styles of 21st Century students.
7. Use Facebook as a professional development resource.


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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Treine seu cérebro

No site  http://www.lumosity.com/ você encontra exercícios realmente interessantes e diferentes para "treinar" seu cérebro. Apesar de ser em inglês vale a pena.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O que o idoso pode fazer para evitar quedas e outros acidentes em casa

  • Exercite-se com freqüência. Exercícios fortalecem e melhoram o equilíbrio e a coordenação. Peça informações ao seu médico ou farmacêutico sobre os medicamentos que você consome, mesmo aqueles que não necessitam de prescrição médica. Alguns medicamentos podem deixá-lo sonolento ou atordoá-lo. Avalie sua visão com o oftalmologista pelo menos uma vez ao ano. Uma visão comprometida aumenta o risco de queda. Levante-se devagar depois de sentar-se ou deitar-se.
  • Use calçados firmes com solas finas e antiderrapantes. Evite calçados como chinelos e tênis de sola grossa.
  • Melhore a iluminação de sua casa. Use lâmpadas mais potentes (de pelo menos 60 watts). Use quebra-luzes ou lâmpadas foscas para reduzir a claridade excessiva. Use fita reflexiva no alto e embaixo das escadas, de forma que você possa enxergar melhor. Pinte as soleiras das portas com cores diferentes para evitar tropeços.
  • Mantenha uma lista de telefones de emergência impressa em números grandes, próxima a cada telefone.
  • Instale um telefone próximo ao chão para o caso de você cair e não conseguir se levantar. Pense em usar um dispositivo de alarme que trará ajuda no caso de você cair e não poder se levantar.